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Para reivindicar uma reforma política ampla, democrática e participativa, desde 2005, movimentos sociais, redes, fóruns, ONGs e a ABONG vêm construindo uma proposta para a reforma do sistema político no Brasil.
A Abong defende a implementação de um marco legal e de políticas públicas que criem um ambiente favorável e seguro para o envolvimento dos cidadãos e cidadãs em causas públicas.
A Abong participa de uma série de processos internacionais ligados a redes, movimentos e organizações de ONGs ao redor do mundo. São articulações que têm por objetivo a construção de um projeto de desenvolvimento socialmente justo e ambientalmente sustentável, com ênfase no respeito à diversidade e no acesso aos direitos. Sem perder a dimensão local, a Abong se insere, assim como suas associadas, nas reflexões e iniciativas da cidadania planetária.
A realização da missão de nossas associadas e da própria Abong exige a capacidade de se comunicar e estabelecer canais de diálogo com diferentes públicos. As pessoas precisam conhecer as causas das ONGs, suas atividades e resultados, suas fontes de recursos e canais de prestação de contas. Assim, passam a confiar mais nas organizações e na sua própria capacidade de participar e construir uma sociedade melhor, mais justa e sustentável.
A Abong defende que desenvolvimento não é sinônimo de crescimento econômico. Tampouco é igual ao binômio “produtivismo-consumismo”. Desenvolvimento é desdobrar as potencialidades existentes nas pessoas e na sociedade para que todos tenham vida e possam construir coletivamente o bem viver.
A Abong atua para fortalecer alianças com movimentos sociais e redes temáticas, em especial as que trabalham com questões como gênero, raça, diversidade sexual e outras lutas de menor visibilidade em nossa sociedade, na perspectiva de efetivação dos direitos humanos, econômicos, sociais, culturais e ambientais (DHESCAs).
02/02/2012 a 01/03/2012 495
Porto Alegre e região metropolitana receberam, entre 24 e 29 de janeiro, o Fórum Social Temático 2012 (FST) – Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental, em mais uma manifestação mundial de repúdio ao sistema político-econômico vigente. O evento foi uma etapa preparatória para a Cúpula dos Povos na Rio+20, e se caracterizou pela ampla contestação à “economia verde”, considerada uma nova face dos processos de mercantilização da natureza e mais um passo em direção ao esgotamento do planeta. A proposta de movimentos sociais e organizações da sociedade civil (OSCs) é unir os povos de todo o mundo na construção de pautas unitárias de ação política contra o modelo vigente do capitalismo econômico-financeiro, e de novos paradigmas civilizatórios, na relação com a Natureza, na defesa dos direitos e dos bens comuns.
22/02/2012 Organizações têm 5 dias para concorrer no Edital 2012 do Fundo Brasil
17/02/2012 Condenação da Monsanto pode abrir caminho para outras acusações
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