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Com muito bom humor e pela terceira vez consecutiva, o movimento de lésbicas, travestis, transexuais e gays se reuniram na manhã desta terça-feira (16) em Brasília (DF), na Marcha Nacional Contra a Homofobia. Ao todo vieram cerca de treze caravanas que partiram de cerca de vinte Estados brasileiros. Organizados pela entidade ABGLT, o intuito do movimento é cobrar do governo da presidenta Dilma Roussef (PT), políticas de combate a homofobia no Brasil, como a aprovação do PLC 122, que criminaliza os casos de homofobia. Durante o protesto, inúmeras palavras de ordem foram cantadas pelos manifestantes. “Onde estão nossos direitos?” bradavam uns. “Ô Dilma, que papelão, não se governa com religião”, gritava a massa. Um boneco que lembrava o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) era alvo de tiros de dardo pelos manifestantes.
Gestores das entidades do terceiro setor, lideranças comunitárias, especialistas da área, gestores públicos e demais interessados poderão, em breve, dar suas contribuições para as propostas que devem fazer parte do novo marco regulatório das organizações da sociedade civil. É o que garante Laís de Figueirêdo Lopes, assessora do ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, e responsável por esta demanda no governo federal. Durante debate promovido no Senac, no dia 10 de maio, em São Paulo, especialistas reforçaram a ideia de que este é um assunto em efervescência e um dos temas mais relevantes na conjuntura atual.
O II Fórum Mundial de Mídia Livre se organizará através de painéis, desconferências (debates livres), oficinas e plenárias, entre as atividades conectadas à Cúpula dos Povos que acontecerá paralelamente à Rio +20. Centenas de representantes das mídias livres estão se preparando para ir ao Rio de Janeiro, em junho de 2012, para ajudar a fazer a Cúpula dos Povos da Rio+20, evento paralelo à Conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável. Trabalharão para difundir a voz dos povos reunidos na Cúpula, que em vez de falar em manejo do meio ambiente pelo poder econômico, falarão em caminhos para a justiça ambiental e social. Confira aqui a programação.
Leia aqui o Informe do Grupo de Articulação Internacionalizado da Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental - Pela unidade e a mobilização do povos, em defesa da vida e dos bens comuns, justiça social e ambiental, contra a mercantilização da natureza e a “economia verde”. "A um mês da conferência das Nações Unidas Rio+20, os povos do mundo não veem resultados positivos no processo de negociação que está ocorrendo na conferência oficial. Ali não se está discutindo um balanço do cumprimento dos acordos alcançados na Rio 92, ou como mudar as causas da crise. O foco da discussão é um pacote de propostas enganosamente chamado de 'economia verde' e a instauração de um novo sistema de governo ambiental internacional que o facilite".
Movimentos sociais, organizações da sociedade civil e milhões de brasileiros e brasileiras, que se manifestam dia-a-dia por meios de comunicação diversos, estão mobilizados para que a presidenta Dilma Rousseff cumpra sua promessa de campanha de não anistiar desmatadores e vete na íntegra o Novo Código Florestal, imposto à sociedade brasileira pela bancada ruralista do Congresso Nacional. Organizações associadas da Abong, Comissão Pastoral da Terra, pescadores/as, populações ribeirinhas, ambientalistas e mulheres da Via Campesina, dentre tantas outras entidades e movimentos, já manifestaram publicamente seus apelos à presidenta pelo veto.
Em junho, a Cúpula dos Povos e a Rio+20 poderão ser uma oportunidade para a sociedade civil ouvir novas vozes acerca da cooperação internacional e construir pontos de questionamento e diálogo entre os povos, fortalecendo suas ações em resistência ao modelo atual de desenvolvimento. Pelo compartilhar de culturas e respeito aos direitos econômicos, políticos, culturais, sociais e ambientais será possível contribuir com o amplo processo de emancipação e autodeterminação dos povos, reforçando a luta contra o capitalismo e a mercantilização da vida. É por esta perspectiva que a Abong realizou, nos dias 9 e 10 de maio, no Rio de Janeiro, o Seminário Internacional - Outra economia, outro desenvolvimento, outra cooperação: a sociedade civil rumo à Rio + 20/Cúpula dos Povos.
Por Damien Hazard - Diretor da Abong As organizações não governamentais e os movimentos sociais brasileiros alimentam historicamente uma relação estreita com os países europeus. Muitas agências de cooperação internacional com origem no velho continente exerceram um papel fundamental para a criação e o fortalecimento de organizações não governamentais no Brasil: essas últimas receberam subsídios durante muitos anos por parte dos seus parceiros europeus, conseguiram desenvolver seus projetos de defesa e promoção dos direitos de grupos excluídos, e assim contribuir de forma exemplar no processo de redemocratização do país.
Por Ivo Lesbaupin, integrante da diretoria executiva da Abong "O mundo está sofrendo um aquecimento global sem precedentes, que tem produzido a multiplicação de eventos climáticos extremos (fortes ondas de calor, invernos rigorosos, tempestades e inundações, incêndios cada vez mais frequentes, furacões e tsunamis), a extensão das áreas de seca no mundo, forte impulso na desertificação, perdas frequentes de colheitas, redução das áreas agricultáveis, e a secagem temporária ou permanente de inúmeros rios".
O Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) lançou, nesta semana, o Canal Ibase - um site de notícias, análises e debate político sobre temas do Rio de Janeiro, do Brasil e do mundo. Comprometido com a cidadania ativa e com a radicalização da democracia, o site contará com a produção de profissionais do Ibase, materiais replicados de sites parceiros e textos, vídeos e outros conteúdos feitos por um número crescente de colaboradores, locais e internacionais.
Nesta segunda-feira (14), o Levante Popular da Juventude promoveu mais uma série de esculachos contra torturadores e agentes da repressão da ditadura militar por diversos estados do Brasil. Os atos se basearam na denuncia de ex-agentes que participaram direta ou indiretamente de ações de tortura na época e em frente a prédios que serviam para tais fins, como o Departamento de Ordem Política e Social (Dops) e o Destacamento de Operações de Informações – Centro de Operações de Defesa Interna (Doi/Codi).
03/05/2012 a 07/06/2012 498
Por Camtra Neste primeiro de maio de 2012, nossa atenção especial as/os trabalhadoras/es domésticas/os do nosso país, que ainda são tratadas/os como cidadãs/cidadãos de segunda categoria, pois não têm acesso a todos os direitos garantidos pela nossa Constituição Cidadã (1988). O emprego doméstico no Brasil é uma ocupação tipicamente feminina e de mulheres negras; ou seja, uma questão trabalhista determinada pelas desigualdades de classe, gênero e raça/etnia que ainda hoje caracterizam a sociedade brasileira. Por esta razão, nesse primeiro de maio, nós da Abong nos solidarizamos com a luta das trabalhadoras domésticas pelo fortalecimento da sua categoria e pela garantia de seus direitos.
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